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Passo a passo.. Até chegar aos requisitos e viabilidade técnica!

Resumo: - Requisitos funcionais e não funcionais; - Viabilidade técnica; (Parte I)

 

Hoje, na aula de Projecto, abordou-se a questão dos requisitos (não) funcionais e a viabilidade técnica.

O professor Nuno Ribeiro introduziu o que é necessário produzir nas próximas aulas. Sumariamente, há a necessidade de especificar os requisitos da aplicação – [descobrir a resposta ao que desenvolver e elaborar a listagem dos vários itens utilizados do ponto de vista do utilizador, previamente, à questão de como os  desenvolver]. Foi, também, referida a questão da hierarquização e os diferentes perfis de utilizadores.

De seguida, o professor Benjamin Júnior apresentou o que se pretende em toda esta componente e estabeleceu a ligação ao mundo empresarial: desde identificar grandes “blocos” do projecto, mapa de navegação em termos de objectivos, interacção com o fluxograma e modelo de BD.

Dado que a maior parte dos projectos são centrados no utilizador final e baseados na proposta do cliente, há que:

  1. Considerar os objectivos do proponente em termos de armazenamento e visualização de conteúdos;
  2. Listar as especificações do projecto;
  3. Identificar os constrangimentos;
  4. Hierarquizar em termos de prioridade;
  5. Elaborar o modelo de arquitectura a fim de compreender a dimensão de cada tarefa;
  6. Perceber o mapa de navegação com o propósito de evitar o looping de informação e o que mostrar ao utilizador;

Na aula, o grupo ficou-se pela Lista de especificações do projecto.



publicado por lilianavale às 22:30

E agora? Como vamos gerir o projecto?

Na passada quarta-feira, o grupo do projecto UARhere assistiu a mais uma conversa 2.0. Desta vez,com o convidado Diogo Gomes, docente da Universidade de Aveiro e investigador no Instituto de Telecomunicações, que apresentou a temática das Ferramentas de auxilio à gestão de projectos de software – o exemplo da SVN+CODE UA.

A apresentação subdividu-se em três momentos cruciais: A explicação de conceitos e contextualização das funcionalidades de CODE.UA por parte de Diogo Gomes,o funcionamento da SVN apresentado por Jorge Brás e a apresentação da widget que permite o acesso ao CODE.UA por Rodolfo Costa, ambos membros do Sapo Campus.


Em primeira instância, o docente Diogo Gomes apresentou a problemática que o projecto CODE.UA, vem de certa forma, soluccionar. Na elaboração dos projectos, são várias as ferramentas que cada elemento de uma equipa utilizam – desde e-mails, notas, agendas, post-its,etc. Porém, esquecemo-nos que estas são de uso pessoal e não de colaboração.Assim, surge a necessidade da reunião de um conjunto de ferramentas de auxilio à colaboração que permitam o planeamento do tempo/milestones,gestão de recursos/documentos e saber em cada momento – quem fez o quê e o que foi feito – follow-up. São exemplos: o MS Project, Google Code e SourceForge.Acresce o facto que para equipas de desenvolvimento de software, há ainda a necessidade de efectuar a gestão da sua fonte de código (Source Code Management-SCM), que se subdivide em SVN (subversion project) – permitindo a visão, inserção, remoção e avaliação contínua do código.


Deste modo, o CODE.UA é uma combinação de Redmine que efectua a gestão de informção: em múltiplos projectos-permite o controlo de acessos,gestão documental e a integração de todas as ferramentas (desde e-mails, plugins, forums, wikis, subprojectos, partilhas de utilização)  e SVN (código).


De seguida, Jorge Brás apresentou como se estabelecia a comunicação entre os respectivos servidores: De desenvolvimento, de SVN e de produção (este último que gere o blog, fotos, etc) e o trabalho.


Por fim, Rodolfo Costa apresentou a widget criada no Sapo Campus para aceder ao Code.UA e como ter acesso à API. No que diz respeito à equipa, uma vez que para o projecto  de labmm5 utilizou o Zoho (www.zoho.com) para efectuar a gestão do projecto, ainda se encontra a repensar se irá subsituir ou não pelo Code.UA.



publicado por lilianavale às 12:25
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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Mód. TP1 – Enq. e exploração da proposta de projecto (parte 3/3)

O projecto UARhere vem solucionar... 

·       A que é que o projecto se propõe? (Necessidade a ser satisfeita)

Solucionar o problema da dispersão da informação sobre o vasto património arquitectónico da UA;

·       Serviço

Desenvolvimento de uma aplicação online que permita a visita virtual pelo Campus estruturada num espaço temporal pré-definido (navegação ao longo do seu historial).

·       Conceito

Conservação e partilha da memória colectiva no que concerne o espaço da Universidade – geração de um ambiente atraente, centrado no utilizador (UCD), em que esteja presente a interacção e qualidade.

·       Visão

Dar a conhecer a Universidade de Aveiro e tem como objectivo tornar-se no suporte mais utilizado e eficiente.

·       Missão

Tornar acessível e de forma apelativa, toda a informação relativa à Universidade e é em detrimento da reunião com o cliente – Universidade de Aveiro.

Público-Alvo

o   Comunidade académica actual, passada e futura;

o   Visitantes do website da UA;

o   Estudantes e curiosos de Arquitectura;

o   Estudantes e curiosos de História; 

  Factor de diferenciação do produto/serviço

Fornecer ao seu publico-alvo uma oportunidade única de reviver a evolução histórica e arquitectónica da universidade, usando para tal tecnologia de última geração (que está em constante desenvolvimento) e que se apresenta moldável às várias plataformas emergentes. Pode dessa forma chegar a vários públicos que têm objectivos diferentes, sem comprometer, tanto a sua capacidade de interacção, como o conteúdo a partilhar.

·       Parcerias

o   Universidade de Aveiro (serviços de Acção Social, Reitoria, Associação de Estudantes); 

·       Potenciais Parcerias Futuras

o   PT, SAPO e Caixa Geral de Depósitos em troca da aposta na Inovação e publicidade virtual, faculdades de arquitectura (aprendizagem);

o   GALP (ligação do projecto com o programa de eficiência energética na UA);

o   Administração do Porto de Aveiro e Aveiro Digital, a fim do registo digital da história da Universidade. 

·       Objectivos-Chave

o   Recriação de uma visita virtual fotorealista e interactiva do campus de Santiago, em 3D e da sua evolução ao longo da sua História;

o   Levantamento da evolução do Campus;

o   Criação de uma oportunidade única de reviver a evolução histórica e arquitectónica da Universidade com recurso a tecnologia de última geração (em constante desenvolvimento), moldável às diferentes plataformas. 

·       Oportunidades do Ciente/Antecedentes

O game engine da Unity permite criar, sem elevados custos de recursos tecnológicos e humanos, uma plataforma de acesso e interacção ao conteúdo partilhado, fácil de usar e intuitivo. O uso deste software em outros projectos que existiram neste departamento, obtiveram um enorme sucesso a todos os níveis, e não seria sensato desperdiçar a oportunidade de criar algo tão importante como a partilha da nossa história, através deste software, aproveitando esse mesmo feedback.

Este software permite também a união das diversas componentes aprendidas nas unidades curriculares desde o primeiro semestre do curso. Embora a componente 3D seja a mais forte, será necessário o recurso, por todos os elementos do grupo, às competências de planificação projectual, programação, edição de imagem, edição de audio, entre outros, que ajudarão na concretização de um projecto de qualidade e de acordo com os objectivos entretanto estabelecidos.

·       Promessas Secundárias

Existe a possibilidade de conceber, através das ideias base deste projecto, conceitos paralelos que possa aprofundar a interacção do utilizador. Partilha em realtime e de forma dinâmica de conteúdos (desde dados históricos a fotografias), criação de uma rede social, interacção por realidade aumentada, entre outros.

 

·       Restrições execucionais/obrigatoriedades

 

É imperativa a necessidade de criar uma imagem e interface de uso centrada no utilizador, através de um sistema essencialmente online. O projecto terá de recorrer à tecnologia usada de forma a potenciar a partilha do conteúdo a promover e nunca o inverso, isto é, não usar o conteúdo e informação a transmitir de forma a promover a tecnologia usada.

 

·       Valores

oRealismo: Pretende-se transpor uma representação do Campus mais próxima da realidade, com qualidade e detalhe;

oInovação: Procura constante pela novidade e unicidade.

oHistória: Preservar e respeitar a história.

oPartilha: Simbiose de aprendizagens. Dado que o projecto se insere no contexto educacional e institucional, faz todo o sentido a partilha de conhecimentos, saberes e experiências.

oFlexibilidade:Adaptar-se a várias circunstâncias e situações : novos desafios, novas tecnologias.

oAmbição: Fazer sempre mais e melhor. Aprender com os erros.

oQualidade: Garantia de qualidade, a todos os níveis e a cada momento


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publicado por palexandre às 22:06

editado por lilianavale às 23:52

Mód. TP1 – Enq. e exploração da proposta de projecto (parte 2/3)

 Briefing

Uma vez que a transformação da proposta do projecto e a sua conversão em briefing exige uma negociação com os orientadores, foi aconselhado ao grupo de trabalho delinear as expectativas da equipa, no que diz respeito ao projecto e seu produto final. 

Assim, levando em consideração os estudos identificados, foram identificados os conceitos–chave,  a missão, a visão, os objectivos entre outros pontos essenciais para a criação de uma entidade forte, que iremos a apresentar.

 

Palavras-chave: Representação, Inovação, 3D, Realidade Aumentada, Web, engine, Memória, História, Virtual, Interacção

 

O projecto UARhere tem como propósito solucionar o problema da dispersão da informação sobre o vasto património arquitectónico da Universidade de Aveiro. Existem poucas alternativas à obtenção da sua  informação histórica e, parece que os meios tradicionais – como monografias, revistas e os livros predominam no que diz respeito ao seu suporte.

Face a esta realidade, o projecto baseia-se no desenvolvimento de uma aplicação online que permita a visita virtual pelo Campus estruturada num espaço temporal pré-definido (navegação ao longo do seu historial). O mesmo apresenta como conceito a conservação e partilha da memória colectiva no que concerne o espaço da Universidade – geração de um ambiente atraente, centrado no utilizador (UCD), em que esteja presente a interacção e qualidade.

UARhere visa ser a aplicação mais utilizada e a mais eficiente para a finalidade de conhecer/visitar a Universidade de Aveiro, tendo como target a comunidade académica actual, passada e futura, visitantes do website da UA e estudantes curiosos de Arquitectura ou História. Relativamente a parcerias, estas poderiam ser efectuadas com a Universidade de Aveiro (serviços de Acção Social, Reitoria, Associação de Estudantes), PT, SAPO e Caixa Geral de Depósitos em troca da aposta na Inovação e publicidade virtual, faculdades de arquitectura (aprendizagem), GALP (ligação do projecto com o programa de eficiência energética na UA) e Administração do  Porto de Aveiro e Aveiro Digital, a fim do registo digital da história da Universidade.

A equipa de desenvolvimento e controlo projectual apresenta como missão – tornar acessível e de forma apelativa, toda a informação relativa à Universidade e é em detrimento da reunião com o cliente – Universidade de Aveiro que  pode referir-se que este tem como expectativas um serviço de qualidade e que, futuramente, possa aliar-se ao programa de eficiência energética da UA. Porém, é o quociente entre o serviço prestado e o serviço esperado que determinam o valor do produto.

Apresentada a missão, é de referir alguns dos valores pelos quais o grupo se rege. A citar:

·       Realismo

Pretende-se transpor uma representação do Campus mais próxima da realidade, com qualidade e detalhe.

·       Inovação

Procura constante pela novidade e unicidade.

·       História

Preservar e respeitar a história.

·       Partilha

Simbiose de aprendizagens. Dado que o projecto se insere no contexto educacional e institucional, faz todo o sentido a partilha de conhecimentos, saberes e experiências.

·       Flexibilidade

Adaptar-se a várias circunstâncias e situações : novos desafios, novas tecnologias.

·       Ambição

Fazer sempre mais e melhor. Aprender com os erros.

·       Qualidade

Garantia de qualidade, a todos os níveis e a cada momento

No que diz respeito aos objectivos-chave do projecto, a equipa delineou:

·       Construção de uma imagem fidedigna da História do Campus;

·       Construção de uma aplicação que permita visitar de forma virtual o campus ao longo do seu historial;

·       Levantamento da evolução do Campus;

·       Criação de uma oportunidade única de reviver a evolução histórica e arquitectónica da Universidade com recurso a tecnologia de última geração (em constante desenvolvimento), moldável às diferentes plataformas;

 

Efectuando uma análise SWOT do projecto com vista a atingir os objectivos propostos, pode-se concluir que este apresenta:

·       como forças (strengths):

o   Inovação tecnológica;

o   Ligação à Universidade e proximidade com o público-alvo;

o   Facilidade de obtenção de recursos

o   Bons conhecimentos do software 3ds Max por parte da equipa bem como conhecimentos em metodologias de implementação e controlo de projectos;

·       como fraquezas (weaknesses):

o   Poucos conhecimentos do software Unity 3D;

o   Desconhecimento ao nível da arquitectura e enquadramento teórico;

o   Não correlação entre a complexidade do projecto e as deadlines de entregas;

·       como oportunidades (opportunities):

o    Proximidade com o público-alvo;

o    Possibilidade de integração do projecto na Universidade de Aveiro;

o   Atractividade do sector multimédia e potencial crescimento e possibilidade de novos projectos;

·       como ameaças (threats):

o   Pouca ligação com o exterior/concorrência;

o   Inovação constante do software;

o   Restrição dos utilizadores do projecto –Web, exige alguma literacia tecnológica;

Por fim, é de referir que existe a possibilidade de conceber , através de ideias -base deste projecto, conceitos paralelos que possam aprofundar a interacção com o utilizador – como por exemplo, a partilha em realtime e, de forma Dinâmica, conteúdos (desde dados históricos e fotografias), criação de uma rede social, interacção com realidade aumentada (RA), entre outros.


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publicado por palexandre às 22:06

Mód. TP1 – Enq. e exploração da proposta de projecto (parte 1/3)

Introdução

O espaço virtual passou a ser a forma predilecta de representação e simulacro da própria realidade. As visitas virtuais multiplicam-se assim como o uso de diferentes tecnologias para a sua elaboração.

O projecto UARhere insere-se neste contexto, porém, diferencia-se dos restantes projectos, pretendendo ser a memória viva da história do campus da Universidade de Aveiro – informação presente em vários arquivos públicos/privados.

Desta forma, serve o presente documento para apresentar o estado da arte que reúne uma análise de projectos similares com base em diferentes critérios e respectiva reflexão. De seguida, é apresentado o briefing que aborda conceitos como a visão, missão, valores, objectivos-chave e análise Swot.

 

Estado da Arte

 

Com o objectivo de perceber as necessidades que UARhere visa preencher, o Mercado em que actua e as tendências que nele vigoram, foi proposto por parte do corpo docente da unidade curricular de Projecto, o levantamento de alguns projectos similares quer ao nível técnico quer conceptual.

A pesquisa centrou-se no conceito-chave de visitas virtuais, sendo feita a sua selecção com base no contexto/ autores das aplicações e a qualidade destas últimas em termos de modelação, navegação e interacção. No que diz respeito à análise comparativa e descritiva dos diferentes projectos, os critérios fulcrais foram: a relevância, tecnologia, público-alvo e análise Swot a fim de entender quais são as características dos projectos existentes e o modo como pode-se estabelecer a unicidade e o sucesso do projecto UARhere.

"por limitações de espaço, partilhamos o acesso aos projectos analisados no estado da arte na nossa wiki:

wiki.ua.sapo.pt/wiki/UARhere#Estado_da_Arte

 

 Análise e reflexão sobre estado da arte 

 

Depois de reunida toda a informação relativa ao Estado da Arte, pode-se constatar que existem, actualmente, várias plataformas que permitem a transmissão de informação (histórica, artística, arquitectónica, etc). Estas estimulam diferentes processos cognitivos dos utilizadores (isto é, a percepção, memória, linguagem, etc).

Dado a inexistência de aplicações de partilha de informação histórica relativa a um contexto universitário, pode-se afirmar que o projecto de partilha de informação da Universidade de Aveiro é inovador, situando-se na vanguarda da tecnologia 3D e das visitas virtuais. Deste modo, há que destacar o posicionamento do projecto no mercado, em que este último, pode demarcar-se da concorrência pela oportunidade de diferenciação através da forte interacção e fotorealismo alcançado na componente gráfica.

 

UARhere apresenta, ainda, como vantagens competitivas:

ser uma mescla de todos os pontos positivos das aplicações analisadas;

- a sua inserção em contexto universitário;

- o suporte online;

-  a navegação histórica da UA num ambiente virtual 3D ;

- o facto da informação disponível  estar imersiva na própria realidade virtual;

 

estudo da arte permitiu, assim, estimar algumas funcionalidades potenciais, tendo por base os pontos fortes dos projectos analisados. A citar:

 

-  Criação de um ambiente de navegação virtual que permita, de forma equilibrada, a exploração dos conteúdos pretendidos por cada utilizador;

-  Partilha de informação histórica, através de links contextuais;

- Qualidade de informação textual e técnica; 

- Ergonomia visual integrada numa estrutura gráfica;

- Navegação fácil e perceptível, a fim de proporcionar um elevado nível de satisfação e eficiência;

- Tecnologia eficaz e fortalecida ao nível da usabilidade, que promova visitas regulares do público-alvo e motive o utilizador;

-  Novos mecanismos de ajuda e suporte ao utilizador;

 

 

Por fim, analisando o conjunto de pontos fracos das diferentes aplicações, torna-se imperativo evitar:

 

Instalação de software adicional ou programas externos ao browser, registos e actualizações constantes;

Complexidade de opções para novos utilizadores;

- Uso da informação para promover a tecnologia;

- Necessidade de requisitos de hardware muito avançados;

-  Excesso de informação, a fim de não sobrecarregar o utilizador;

Unicidade relativa aos dispositivos de entrada e/ou saída;

 

Além dos projectos apresentados, foram analisados muitos outros projectos. No entanto, o grupo de trabalho considerou mais vantajoso a selecção de alguns projectos, em nossa opinião, melhor representativos do trabalho que se quer realizar. Caso tivessem sido apresentados todos os projectos pesquisados, poderia gerar confusão e excesso de informação desnecessária.  

 

Posicionamento

 

A aplicação a resultar deste projecto provem da investigação sobre estratégias e instrumentos que permitam visitas virtuais online, que tenham uma forte relação com o património imaterial e instituições.

Assim sendo é a criação dum projecto online com o conceito de visita englobando uma componente histórica e uma evolução do passado até actualidade, constitui, uma vantagem competitiva face aos demais projectos, que normalmente não é apresentado.

O posicionamento de um produto/serviço obriga, em regra geral, que se estabeleça um termo de comparação para os demais produtos idênticos ou afins, pelo que foi de enorme importância a análise do estado da arte, que irá permitir essa diferenciação com os restantes projectos.

Existe uma grande variedade de características que podem servir de base à diferenciação, contudo vamos apenas dar ênfase, nesta primeira fase projectual, às qualidades gerais da aplicação, tendo em consideração a adequação do mesmo para os diversos tipos de utilizadores ou certas categorias de utilização, não descurando as características próprias que conferem personalidade própria ao produto.

Segundo Kotler[1] essa diferenciação deve ser conseguida em função da sua  importância (valor entregue aos stakeholders), da sua distintividade (tal valor não é entregue pela concorrência), pela sua superioridade (nível do valor mais elevado que outros, a fazer o mesmo), pela comunicabilidade (tal valor visível pelos utilizadores), também pela antecipação e disponibilidade, e por fim pela rentabilidade (neste projecto não se coloca, pelo menos para já, a possibilidade de atingir lucro, mas é imperioso que as despesas não ultrapassem o previsto, no presente e futuro).

De acordo com a identidade própria do projecto e com a análise do estado da arte, conclui-se que a aplicação a tem de seguir quatro linhas mestras, sendo elas a originalidade, a simplicidade, a credibilidade e, igualmente importante, a pertinência.

 



[1] Kotler, Philip. MARKETING MANAGEMENT. Analysis, Planing, Implementation, and Control. Prentice-HaInternationalEditions,USA,7ªediçäo,1991.

 

 


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publicado por palexandre às 22:04

Informação sobre entrega módulo TP1

 

Infelizmente, por limitações de espaço por post na plataforma de blogs do sapo.ua, temos de efectuar  a entrega do trabalho prático 1 em 3 posts. Para o número de posts não ser muito maior, fez-se uso da wiki do projecto, com a análise dos projectos do estado da arte.

 Como o grupo tinha projectado o trabalho para ser entregue em formato PDF, no blog  (dado que nos tinha sido dado essa hipótese), colocamos igualmente esse formato disponível para quem preferir:

 

 

Para quem preferir encontra-se disponível a versão PDF da entrega especificada.

 

dl.dropbox.com/u/2089342/tp1_final.pdf

ou

www.mediafire.com/file/fgeendvupr1dkbd/tp1_final.pdf

 

 



publicado por palexandre às 21:58
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Última temporada de “Chegar ao Briefing e Estado da Arte”

Resumo: Estado da Arte e Briefing do projecto - III

 

Quarta-feira. 23 de Fevereiro.11h. Na última temporada do “Chegar ao Briefing e Estado da Arte”, a equipa multimédia procedeu à revisão do briefing e detalhe da tabela do Estado da Arte.

 



publicado por lilianavale às 13:34

Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Estado: Em reunião! Não incomodar....

 

Hoje, por volta das 14h, o grupo do projecto UARhere reuniu-se, na reitoria, com o pró-reitor da Universidade de Aveiro, Dr. José Claudino Cardoso, o director da geomática/sig Luis Galiza e, o arquitecto José Ferreira.

 

Depois da apresentação de todos os intervenientes na reunião, o grupo procedeu à contextualização do projecto e tecnologia utilizada.  Foi-nos explicado a importância do projecto, o que fez com que a equipa percebesse, melhor, as necessidades do cliente (Universidade de Aveiro). 

 

A simulação dinâmica e o levantamento de todos os edifícios da Universidade estimulam  uma elevada simbiose de aprendizagens. Na área da eficiência energética, há uma equipa que procura perceber o comportamento térmico, os materiais, estruturas e técnicas de avaliação ambiental dos edifícios da Universidade. Nasce, portanto, a necessidade do levantamento de informação sobre o campus e a sua representatividade num modelo 3D.

 

Posteriormente, a equipa deu a conhecer em que medida a intervenção do director de geomática/sig e do arquitecto poderiam ser importantes no desenvolvimento do projecto e avançou a questão da possibilidade de obter os ficheiros CAD das plantas do campus e a representação topográfica do terreno.

 

No que diz respeito  às plantas: há a planta actual e a de 2006, correspondente ao registo georeferencial, de um projecto conjunto com o programa Aveiro Digital (2003-2006). Esta última apresenta-se em formato GRI, porém, exporta para formato .dwg (autocad). Relativamente à topografia, os registos existentes não estão reunidos num único ficheiro pelo que não será simples a reunião de toda a informação. Contudo, foi adiantado que da galeria à zona intermédia da UA, a cota (altura de um ponto relativamente ao plano horizontal) era de 2 (de 10 a 10.20). Percebeu-se que o grupo terá que recorrer muito à estimativa através da visualização de imagens do campus.

 

Tarefas...!

 

Por fim, o grupo multimédia ficou com a seguinte ordem de tarefas:

 

À espera de… 

 

 

Pós-reunião - estado: Cada vez mais, sinto-me UARhere!


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publicado por lilianavale às 23:51
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2º episódio da série “Chegar ao Briefing e Estado da Arte”

Resumo: Estado da Arte e Briefing do projecto - II

Segunda-feira. 21 de Fevereiro.16h. No Segundo episódio do “Chegar ao Briefing e Estado de Arte”, a equipa multimédia procedeu à revisão da visão, missão, valores, conceito do projecto e à organização da informação do estado da Arte numa tabela.

 

Data de exibição:24/02/2011

Formato: post + pdf

Qualidade: Elevada

Download: Post do dia 24 de Fevereiro

 



publicado por lilianavale às 23:17

Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Em reunião com os orientadores PARTE I

Na passada 5ª feira, a equipa do projecto UARhere esteve reunida com os professores-orientadores a fim de de trocar diferentes expectativas em relação ao projecto. Com o objectivo de facilitar a gestão do tempo e evitar a dispersão em tarefas, estabeleceu-se o “mínimo olímpico” – requisitos-base do projecto e as actividades-extra que possam conferir valor acrescentado. Assim, e após uma breve reflexão,o grupo, ao longo da semana, procurou responder às seguintes questões:

 

Gonna do:

 

Not Gonna Do:

 

Perhaps We’ll do:

 

Don’t have clues:

 

Waiting for:

 

No que diz respeito à revisão do estado de arte do projecto, foi sugerido a leitura das dissertações de Pedro Coelho e Ângela Ferreira e estabelecer uma análise comparativa de pontos fortes/fracos da pesquisa de projectos similares ao projecto UARhere.

 

 



publicado por lilianavale às 23:56
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