pesquisar neste blog
posts recentes

O motor da aplicação

Mód. TP6 – Testes

Mód. TP6 – Versão Beta

"Não descansaremos enquanto não pusermos o virtUA a crescer"

#1 BASTIDORES: Criação do Pavilhão I

Testes ao projecto Virtua

Jardinagem virtual: Luta contra os bugs!

Informações sobre versão Beta de Virtua

Mód. TP5 – Prototipagem de alta fidelidade (2/2)

Mód. TP5 – Prototipagem de alta fidelidade (1/2)

arquivos

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Terça-feira, 31 de Maio de 2011
Testes ao projecto Virtua

 

Aquando o desenvolvimento do projecto multimédia, o grupo virtUA irá concretizar testes de avaliação da aplicação em termos de usabilidade, funcionalidade, compatibilidade e acessibilidade.

 

Teste de usabilidade

 

1. Objectivos do teste de usabilidade

 

O teste de usabilidade suporta e fundamenta a validação de todo o interface de uma aplicação multimédia. Quer o website quer a aplicação centram-se no utilizador (UCD- User Centered Design) pelo que faz sentido identificar as suas necessidades, perceber o contexto específico de uso, especificar o utilizador antes de encontrar soluções e avaliar os requisitos de design. A análise do projecto multimédia em termos de usabilidade pretende ser persuasiva de modo a que a maior parte dos utilizadores consiga acompanhar as tarefas e não conduza à frustração. Estes testes destinam-se a identificar se a interface do utilizador é, de facto, simples e acessível e se os elementos interactivos, também designados por controlos, desempenham as funções que seriam de esperar.

 

2. Funcionalidades testadas

 

Fig.1 - Módulos a testar no teste de usabilidade

 

Segundo a norma ISSO 9241-11, a usabilidade é a extensão na qual os utilizadores pertencentes a um determinado público-alvo atingem objectivos específicos como a eficácia, eficiência e satisfação num contexto de uso particular.

Assim, eis que surgem diferentes técnicas de medição da métrica de usabilidade:

 

Fig.2 - Medição da métrica de usabilidade

 

3. Participantes

 

Segundo Virzi e Nielsen, bastam cinco participantes para detectar a maioria dos problemas de usabilidade. O estado resumir-se-á a seis participantes que tenham assistido à evolução do Campus de Santiago da Universidade de Aveiro desde a década de 80. O género não é fundamental para este estudo, porém, tentar-se-á que seja equilibrado (3 pessoas do género feminino e 3 do género masculino, por exemplo).

 

4. Contexto de teste

 

O teste será realizado num ambiente controlado em laboratório, no Deca. Trata-se de um ambiente de natureza artificial em que o equipamento necessário e a concentração é maior. Uma vez que a equipa apresenta alguma inexperiência em realizar testes de usabilidade, entendemos que o ambiente controlado será a melhor opção para obter resultados e posteriormente a análise e correcção do projecto.

 

5. Técnicas de teste

 

Cognitive Walkthrough

Nesta técnica pretende-se que o utilizador realize determinadas tarefas pré-definidas que vão ajudar a perceber a usabilidade da aplicação nos seus pontos fulcrais. É de referir que será fornecido ao tester (utilizador) um guião escrito à priori. Deste modo, evita-se a dispersão deste último na realização do teste.

 

Thinking Aloud Protocol

Tendo por base o guião para a técnica Cognitive Walkthrough, a técnica Thinking Aloud Protocol é baseada no pedido ao utilizador para que se exteriorize todos os pensamentos e o raciocínio que tem ao longo do percurso definido pelo guião e que nos ajudará a perceber melhor o nível de satisfação ou frustração com a interacção da aplicação multimédia. A observação será feita em laboratório, não participativa e indirecta pelo que não a consideramos, neste projecto, técnica de teste.

 

6. Técnicas de recolha de dados

 

A equipa utilizará como técnicas de recolha de dados, os questionários. Assim, estes serão constituídos por:

1. Questionário pré-teste: obtenção de uma caracterização do utilizador, diagnóstico objectivo do seu perfil

2. Questionário pós-teste: obtenção da satisfação do utilizador na utilização da aplicação

3. Escala Likert: (1=pouco, 5= plenamente satisfeito)

 

7.  Instrumentos, materiais e recursos humanos necessários

 

Para a implementação dos testes de usabilidade, é necessário:

 

1. Laboratório de testes;

2. Guião de tarefas para entregar ao utilizador;

3. Inquéritos pré e pós-experiência;

4. Contador;

5. Elementos do grupo: anotação, observação e explicação do processo;

 

8.  Planificação temporal dos testes

 

O teste de usabilidade tem duração de um dia e está agendado para o dia 3 de Junho. No fim-de-semana, o grupo irá proceder à análise de resultados e a melhorias na aplicação. 

 

Teste de funcionalidade


1. Objectivos do teste de funcionalidade
 
O teste de funcionalidade visa tipificar, isolar e descrever erros ao nível da programação, design e conteúdos. É de realçar a importância do controlo de debugging para que se detectem falhas ao nível do funcionamento da aplicação.
 
2. Técnicas de teste
 
Este teste baseia-se nas técnicas de teste por módulos do projecto, teste integrado e teste de regresso de forma a retestar problemas já corrigidos.
 
 

3. Técnicas de recolha de dados

 

A técnica de recolha de dados tem por suporte a construção de grelhas de apoio ao registo de erros e controle do processo de debugging.

 

3. Agendamento temporal

O teste de funcionalidade seguirá um processo contínuo antes e pós a versão Beta do website. É realizado pelos Recursos Humanos Internos e segue-se após o protótipo de alta-fidelidade.

 

Teste de compatibilidade


1. Objectivos do teste de compatibilidade
 
O teste de compatibilidade visa a verificação do conteúdo ao nível da consistência da aplicação multimédia para os diferentes browsers e resoluções, de modo a garantir uma visualização correcta na plataforma. O projecto destina-se a um público demasiado abrangente, logo é imprescindível a preocupação com os diferentes browsers e resoluções.
 
2. Técnicas de teste
 
As técnicas de teste de compatibilidade são o teste por módulos do projecto, o teste integrado e o teste de regresso de forma a retestar os problemas já corrigidos.
 
 

3. Técnicas de recolha de dados

O teste de compatibilidade tem como suporte a construção de grelhas e apoio ao registo de erros. Neste proceder-se-á ao teste de 2 resoluções e 5 browsers (2 resoluções * 5 browsers = 10 testes). Fazem parte dos browsers-alvo destes testes o IE, Firefox, Chrome e Safari.

 

Porquê estes browsers? 

Os browsers a utilizar são o Internet Explorer, Firefox, Chrome e Safari dado serem os mais utilizados: IE (24.3%), Firefox (42.9%), Chrome (25.6%) e Safari (4.1%), segundo o website w3C - dados para 2011. Apesar da percentagem de utilização do Safari não ser muito representativa porque está incorporado os utilizadores do Windows , no universo Apple este nível de utilização poderá ser significativo.

 

Porquê estas resoluções? 

As resoluções a considerar são 1280*800 para portáteis wide, 1280*1024, 1024*768 e 1440*900  para ecrãs mais antigos. 

3. Agendamento temporal

O teste de compatibilidade seguirá um processo contínuo antes e pós a versão Beta do website. É realizado pelos Recursos Humanos Internos e segue-se após o protótipo de alta-fidelidade.

  

Teste de conteúdos

 
1. Objectivos do teste de conteúdos
 
A equipa apresenta uma preocupação primordial com os conteúdos pelo que irá convidar um especialista com formação em Tecnologias e Design para fazer uma apreciação crítica ao nível dos conteúdos (ortografia e formatação textual, qualidade das imagens, vídeo, etc.)
 
2. Técnicas de teste
 
A técnica utilizada para este tipo de teste é o peer review, considerando que os testes e revisão serão feitos por peritos externos.
 
 

3. Técnicas de recolha de dados

O teste de conteúdos tem como suporte a construção de grelhas de apoio à correcção.

  

4. Agendamento temporal

O teste de conteúdos subdivide-se em dois momentos: dia 30 de Junho (antes do teste de usabilidade) e no dia 5 de Junho (pós-teste de usabilidade e antes da versão Beta).

 

Teste de acessibilidade

1. Objectivos do teste de acessibilidade
 
A realização de testes de acessibilidade tem por objectico tornar uma aplicação acessível a utilizadores com necessidades especiais e facilitar o seu acesso a utilizadores que devido a determinadas circunstâncias têm o seu acesso limitado - incapacidades temporárias. O contexto de uso assume uma importância fulcral nestes testes.
 
Através dos testes de acessibilidade, pretende-se desenhar uma aplicação apelativa para todos (principio da equitividade), utilização em diferentes contextos (flexibilidade) e simples.
 
2. Funcionalidades testadas
 
Considerando o facto que a aplicação multimédia desenvolvida pela equipa baseia-se em cores para dar algum feedback ao utilizador da sua acção, torna-se relevante avaliar problemas com imagem e navegação pelo website.
 
Deste modo, os diferentes aspectos de avaliação passarão por:
 
 

3. Normas W3C

Authoring Tool Acessibility Guidelines (ATAG) 

Esta norma é pertinente para websites que impliquem a interacção com o utilizador (inserir, editar/actualizar e apagar conteúdos), como CMS, blogs, wikis, partilha de fotos e redes sociais. Será importante corrigir e verificar o conteúdo inacessível ao utilizador e o acesso a diferentes tipos de media do website.

No que diz respeito a princípios mais relevantes do W3C para a aplicação, seleccionou-se:

As ferramentas de avaliação a utilizar pela equipa são as automáticas dado que estas devolvem um relatório das directivas a tomar e a respectiva validação. São as mais indicadas para testes iniciais, rápidas e sistemáticas, não necessitando de recursos humanos extra. Porém, integrar-se-á, também, ferramentas de revisão directa juntamente com os testes de usabilidade (cognitive-walkthrough-Guião), de forma a ter em conta aspectos semânticos (avaliação humana), questões subjectivas, aplicável a diferentes cenários e de complemento a testes iniciais.

A ferramenta a utilizar em termos de avaliação automática de acessibilidade será o Web Accessibility Inspector, critério baseado no W3C WCAG 1.0 em que se avalia o website em termos de HTML, CSS, gerando um diagnóstico preciso: tamanho do texto, cores e fundos. Dado que a aplicação web apresenta uma componente visual forte determinativa de acções, é necessário efectuar a sua avaliação encontrando soluções alternativas.

  

4. Agendamento temporal

O teste de acessibilidade realizar-se-á no dia 3 de Junho. É de referir ainda que as questões de acessibilidade são relativas a aspectos muito estruturantes e devem ser tidas em conta aquando o desenvolvimento de CSS.

 

Porque é que não há teste de design e de segurança?

 

O projecto virtUA não seguirá nem testes de design nem testes de segurança. Não iremos proceder a testes de design, dado que estes só se processam caso o design seja encomendado e a equipa não confie no próprio design. O mesmo segue para os testes de segurança, dado que as questões de segurança são asseguradas pelos serviços externos como no caso de login que é feito com a ligação facebook, através de um plugin. Acresce-se o facto que no projecto não existe fornecimento de dados pessoais que reúna características que justifiquem a concretização deste tipo de testes.

 


tags: , , , ,

publicado por lilianavale às 12:44

pesquisar neste blog
mais sobre mim

goncalvessilva

lilianavale

palexandre

pedro-charneca

Junho 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


arquivos

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSComentários do post

posts recentes

O motor da aplicação

Mód. TP6 – Testes

Mód. TP6 – Versão Beta

"Não descansaremos enquanto não pusermos o virtUA a crescer"

#1 BASTIDORES: Criação do Pavilhão I

Testes ao projecto Virtua

Jardinagem virtual: Luta contra os bugs!

Informações sobre versão Beta de Virtua

Mód. TP5 – Prototipagem de alta fidelidade (2/2)

Mód. TP5 – Prototipagem de alta fidelidade (1/2)